20/05/2010 2:08 pm 0 comentários
Valle de Rapel – Um santuário para as uvas
Uma das mais conhecidas e tradicionais regiões vitícolas do Chile, o Valle de Rapel é um dos principais disseminadores da fama das uvas Cabernet Sauvignon e Carménère pelo mundo afora.
A apenas algumas horas de distância da capital chilena, a região se divide em duas zonas, o Valle de Cachapoal, onde é plantada a Carménère, e o Valle do Colchagua, onde é plantada a Cabernet Sauvignon.
Ambas as zonas são dotadas de superfícies irregulares, fazendo com que as uvas recebam tanto a brisa marítima que vem da costa quanto o vento frio da Cordilheira, condições ideais para que o vinho tenha coloração escura e um sabor frutado, estruturado por taninos macios.
Outro fator determinante e que garante a boa qualidade dessas uvas é a variação de temperatura entre os dias e as noites na região, podendo chegar a 20ºC, fazendo com que as uvas amadureçam por completo durante o dia, e descansem durante a noite, para que possam voltar a amadurecer no dia seguinte.
A partir das uvas do Valle do Cachapoal são produzidos alguns dos vinhos das viñas Santa Ema e Atlair, marcas muito tradicionais no país. No caso do Valle do Colchagua, a lista é ainda maior, Sutil, Echeverria, Domaine Barons Rothschild, Neyen, Santa Helena, Santa Rita e Concha Y Toro são apenas alguns exemplos de marcas que produzem alguns de seus vinhos a partir da uva Cabernet Sauvignon que cresce na região.
Acesse o site da Wine e comprove você mesmo a qualidade dos vinhos provenientes dessa região. Saúde!
Wine.com.br
Enviado por: Diana - Categoria: Sem categoria
18/05/2010 11:26 am 0 comentários
Chile: O Lado bom das coisas
Segunda metade do século XIX, a França é o país com maior prestígio no mundo dos vinhos, o Champagne é a bebida das festas e da luxuria, todos os ricos que se prezam, visitam a cidade de Paris. É nesse contexto que o Chile desperta seu interesse pela viticultura.
Hoje, o sucesso deste despertar fica evidente ao vermos os vinhos chilenos sendo reconhecidos e degustados nos quatro cantos do planeta. Sorte? Talvez. As excepcionais habilidades dos chilenos de fazer vinhos, somado ao histórico de acidentes naturais do país formam o cenário ideal para esse tipo de atividade.
Entre esses acidentes naturais estão:
Vulcões: As atividades vulcânicas no país fizeram com que os mais variados minerais fossem expelidos do interior do planeta, fator fundamental para explicar a alta qualidade das vinhas.
Terremotos: Rolamentos de pedras, decorrentes de terremotos, servem para deixar tanto o solo quanto o subsolo com uma característica airada.
Glaciação: A formação de neve nos Andes e de rios subterrâneos foram imprescindíveis para a irrigação e hidratação das videiras.
O Chile ainda possui a 2ª marca mais poderosa do mundo dos vinhos, a Concha Y Toro, criada em 1883 por Don Melchor.
Confira no site da Wine os diversos rótulos que o Chile tem a oferecer. http://migre.me/FXPt
Wine.com.br
Enviado por: Diana - Categoria: Sem categoria
13/05/2010 12:24 pm 0 comentários
Wine oferece azeites premium em sua seção gourmet
Todo bom vinho fica ainda melhor quando está acompanhado de um prato que combine. Essa regra estende-se aos azeites, e foi pensando nela que o Sommelier Wine sugeriu harmonizações gastronômicas para algum deles.
Azeites com pouca acidez proporcionam um sabor leve e requintado aos alimentos e por isso são ideais para saladas e frituras. Para esse tipo de ocasião os mais indicados são os azeites portugueses Azeite Esporão Virgem 0,9% e o Azeite Esporão Virgem Magnum 0,9% e o italiano Azeite Monini Clássico.
Outro azeite italiano selecionado pela Wine é o Azeite Monini Tartufo Bianco, produzido pela família Monini, reconhecida pela manutenção da cultura artesã na fabricação de azeites. Esse azeite, ideal para finalizar ovos mexidos, massas alho e óleo e polenta mole, é feito a base de trufas brancas e possui um sabor acentuado.
Quando o assunto é frutos do mar, Manoel Luz sugere duas opções, o Azeite Esporão Galega Extra Virgem 0,7%, e o Azeite Esporão Virgem Extra Magnum 0,5%, ambos com baixa acidez e aroma fresco e frutado. Também podem combinar com torradas, algumas entradas e saladas.
Wine.com.br
Enviado por: Diana - Categoria: Sem categoria
13/04/2010 11:34 am 1 comentários
A história e a produção do Champagne – Maison Jacquart
O consumo do famoso vinho francês, que embalava as grandes festas e jantares dos ricaços do mundo todo, foi possível pela revolução industrial do século XIX, que permitiu através de retornos financeiros significativos, a formação de uma classe média na Europa e na América. A partir daí o consumo aumentou e a produção da bebida deixou de ser artesanal.
Alguns acontecimentos históricos marcaram altos e baixos na vida produtiva na região de Champagne . No início do século XX, as pragas míldio e fraude atacaram as plantações. Algum tempo depois, em 1911, foi criado um movimento de cooperação, para desenvolver o comércio e modernizar a produção. Mas a primeira guerra mundial destruiu a iniciativa. 
Mesmo com algumas tentativas de retomada da produção, outros problemas surgiram: a Grande Depressão, em 1929, trouxe ao mundo pobreza a inflação, fazendo a venda do espumante despencar. Anos depois, o nazismo da Segunda Guerra fez com que Champagne fosse palco de duras batalhas contra a expansão alemã, e por isso, a produção vinícola foi mais uma vez esquecida.
Mas depois de tantas tentativas, 58 cooperativas formadas por viticultores se mobilizaram para alavancar o setor, sendo responsáveis por 40% da produção em 1950. Finalmente, os produtores de uvas tinham vendas garantidas para abastecer as produções. Os anos seguintes foram de sucesso para as cooperativas, que se desenvolveram ao abastecimento do grande mercado mundial, principalmente ao norte-americano.
Hoje, 137 cooperativas trabalham para o desenvolvimento da região e são responsáveis por mais da metade da produção total de vinho espumante. Essas cooperativas, ao contrário do que muitos pensam, não significam vinho de baixa qualidade, mas sim o caminho à qualidade desde a produção, desenvolvimento enológico, marketing e distribuição; etapas que seriam difíceis para apenas um produtor.
Entre elas, é possível citar o sucesso da Maison Jacquart, criada pela iniciativa de 30 viticultores proprietários de vinhas prestigiadas, em 1962. Hoje ela tem 1.800 associados e aproximadamente 7% de toda a região de Champagne, com mais de 2.600 hectares.
Sua sede fica em Reims, no Boulevard Lundy. Seu portão de ferro mais do que elegante, criado pelo famoso parisiense Paul Blondel, garante o reconhecimento da propriedade. Dedicadas aos trabalhadores responsáveis pela produção e decorando a fachada da Maison, estão cinco grandes mosaicos, que figuram entre as listas de monumentos históricos da França.
Na Wine vocês podem encontrar algumas variações de rótulos da Maison Jacquart: Brut Mosaique, Brut Mosaique Rose, Prestige Brut de Nominée e Extra Brut. Que tal uma comemoração com estilo? Aproveitem!
Enviado por: Diana - Categoria: Sem categoria
6/04/2010 12:15 pm 0 comentários
Vinho com Pérolas
Não se sabe ao certo quem desenvolveu o vinho branco ou o vinho tinto. Já o vinho espumante tem nome, época e local de nascimento: Dom Pierre Pérignon, no finl do séc XVII em Abadia e Hautvillers, um pequeno vilarejo em Champagne.
Algumas lendas envolvem esse abade e a principal delas é a de que ele teria dito a célebre frase: “ Estou bebendo estrelas”, no momento da criação do Champagne. Na verdade, não foi ele quem criou o champagne. Porém, suas experiências foram determinantes para que o processo de elaboração do espumante fosse melhorado.
O primeiro espumante registrado foi o da Abadia de St Hilaire, na região de Limoux, em 1531, cerca de 100 anos antes de Dom Pérignon começar sues experimentos. O vinho era engarrafado e fermentado uma vez só, produzindo o álcool e o gás ao mesmo tempo, num método conhecido como “ méthode rurale”.
Dom Péringon pensou, então, na segunda fermentação em garrafa e na prensa tradicional de Champagne. Além disso, introduziu o uso de rolhas de cortiça como vedante para a bebida. A partir de então, a bebida ficou ainda mais deliciosa, e foi se aprimorando cada vez mais.
Para entender um pouco mais sobre os tipos de espumantes, veja algumas classificações:
Brut Nature ou Zero Dosage - a garrafa é arrolhada, sem adição de Licor de expedição.
Brut – espumante seco, com teor de açúcar abaixo de 15g/litro.
Extra Sec – teor de açúcar entre 15 e 20g/litro.
Sec – volume de açúcar entre 20 e 35g/litro.
Demi-sec – volume de açúcar entre 35 e 50 g/litro.
Doce ou Doux – açúcar superior a 50g/litro.
Curiosidades sobre as garrafas:
A pressão formada dentro das garrafas é grande, e por isso elas possuem, geralmente, fundo côncavo e são mais pesadas do que as garrafas normais. Rolhas maiores e mais largas que as comuns são as mais indicadas para a vedação perfeita. Essa rolha ainda é revestida por uma gaiola de arame, para a segurança reforçada.
Outra curiosidade sobre as garrafas de champagne são os nomes, baseados em personagens bíblicos do velho testamento, por exemplo, Jéroban corresponde à garrafa de 3 litros, enquanto Balthazar corresponde à de 12.
De qualquer modo, um bom espumante é bem vindo nas mais variadas situações. Por isso, tenha uma taça alongada e fina, que estimula a formação de suas borbulhas, e saúde!







