12/01/2011 8:55 am 0 comentários
Selo de controle fiscal pode aumentar em até 25% o preço dos vinhos populares
A partir do 1º de janeiro de 2011 todo vinho colocado à venda no Brasil, seja nacional ou importado terá em seu gargalo um novo adereço, o Selo de Controle Fiscal, que será verde para os nacionais e vermelho para os internacionais.
A principal idéia deste selo é dificultar a entrada de vinhos importados no mercado brasileiro, que ficam cada vez mais baratos com a queda do dólar diante do real. Os custos e a logÃstica deste processo inviabilizarão a importação de vinhos mais baratos, considerados pela grande maioria, de qualidade inferior.
A Receita Federal obriga que a selagem seja feita toda em território nacional, e os importadores cobrarão uma taxa de R$ 2 por garrafa selada, custo que cobriria o trabalho de abrir cada caixa e colar as tarjas nas garrafas.
Esse valor pode parecer pequeno, mas dependendo do produto pode tomar dimensões gigantescas. Um contêiner com 12 mil garrafas de 750 ml sairá R$ 24 mil mais caro, prejudicando não só o importador como o consumidor final.
Defendido pelos grandes produtores de vinhos brasileiros, o selo não irá prejudicar diretamente os hábitos de consumo das classes sociais mais elevadas do paÃs, ele refletirá diretamente nas compras da classe média, justamente a mais beneficiada pelo recente avanço da economia.
Em vez de impor barreiras fiscais, as autoridades poderiam incentivar o consumo da bebida, independente da sua origem, tomando paÃses europeus como Itália e Espanha de exemplo, onde o produto é tratado como alimento, já que seus benefÃcios à saúde são comprovados cientificamente, o que torna os seus impostos bem mais baratos.
Enviado por: Diana - Categoria: Mercado de Vinhos
3/12/2009 1:47 pm 0 comentários
Investindo em Vinhos
A empresa espanhola de investimento coletivo Banca March anunciou, hoje, o lançamento de um novo fundo de investimentos especializado em vinhos.
 
O Vini Catena F.I. investirá em empresas relacionadas direta ou indiretamente à produção de vinhos, como as do setor agrÃcola, de engarrafamento e armazenagem, de fertilizantes e até mesmo os distribuidores e atacadistas.
A criação desse fundo se deve ao comportamento do setor, que apresenta uma tendência global de crescimento em função da produção de vinhos de qualidade. Com isso as vendas das empresas sobem e as margens de lucro, também.
Segundo a imprensa do paÃs, a empresa tem na carteira 90% de marcas estrangeiras e 10% de nacionais. Alguns exemplos são a italiana Campari, as francesas Laurent-Perrier e Remy Cointreau e a espanhola CompañÃa VinÃcola Del Norte de España.
O cliente poderá começar o investimento com uma quantia mÃnima de 6 mil Euros. O novo negócio, como diz o próprio diretor da Banca March, José Luis Jiménez, é como o vinho, melhorando com o tempo.