15/09/2011 5:30 pm 3 comentários
Os poderosos vinhos Coppola
O Poderoso Chefão, Apocalipse Now e Patton são algumas das obras que fizeram o americano Francis Ford Coppola um diretor reconhecido em todo o mundo. O que poucos sabem é que este excelente cineasta também é um apaixonado por vinhos e que, há décadas, transformou esta paixão em um grande negócio, ao se tornar um vinicultor californiano de primeiro nível.
Após realizar as duas primeiras partes da trilogia de O Poderoso Chefão, Coppola usou parte dos doláres arrecadados para comprar uma propriedade histórica na Califórnia, onde em 1975 daria início ao negócio que atualmente lhe possibilita produzir seus filmes de maneira independente. A Rubicon Estate, localizada na Ava Rutherford, na porção central do Vale do Rio Napa.
A Rubicon Estate produz vinhos que são considerados os melhores e mais caros da América. Após um tempo, o cineasta comprou uma segunda vinícola, a Francis Coppola Presents, que produz vinhos mais simples e acessíveis. É interessante como o processo do “ganha-pão” de Coppola se inverteu ao longo dos anos. Hoje, é o dinheiro de seu negócio vitivinífero que mantém a sua autonomia no mundo do cinema.
Ao longo dos anos, o cineasta fez vários investimentos em suas propriedades. Atualmente, a Rubicon Estate, além de vinícola, é uma das atrações turísticas mais visitadas do Napa Valley. Quase como um museu, o local é recheado de objetos utilizados nos filmes de Coppola, como um carro antigo e uma escrivaninha de Vito Corleone, personagem de O Poderoso Chefão.
A verdade é que os vinhos de Coppola são de qualidade indiscutível. A Wine tem disponíveis alguns rótulos da coleção Diamond, perfeitos para momentos especiais ou simplesmente para aqueles dias em que se tem vontade de apreciar um vinho diferente.
Fonte: Francis Ford Coppola Winery e Roda do Vinho
Enviado por: Natalia - Categoria: Dicas
31/01/2011 9:46 am 0 comentários
Wine seleciona espumantes para o verão
A Wine selecionou neste mês uma série de champagnes e espumantes que harmonizam com os pratos leves do verão. O sommelier Wine, Manuel Luz, dá dicas de harmonizações com os seguintes rótulos: Prosecco Piera Martelozzo Bianco, Piera Martelozzo Spumante Rose Dry, Champagne Jacquart Mosaique Brut, LVMH Montaudon Reserve Premiere Brut e Irroy Brut.
Cada vez mais os apreciadores de vinhos brasileiros têm consumido espumantes e vinhos brancos no verão. Os clientes da Wine, por exemplo, fizeram com que pelo primeiro mês, em mais de dois anos de operação, a Wine comercializasse mais espumantes e vinhos brancos que rótulos tintos, demonstrando que seus mais de 20 mil clientes estão cada vez mais antenados com a harmonização dos vinhos com pratos e com o próprio clima.
Harmonizações de verão
O espumante italiano Prosecco Piera Martelozzo Bianco, que é composto da uva Prosecco e elaborado nas colinas do Veneto, tem corpo leve, aroma floral com sabor refrescante e cremoso. De acordo com o sommelier Wine, este vinho acompanha uma refeição do começo ao fim, da salada até a sobremesa. Harmoniza com aves e peixes grelhados com molho cítrico e entradas frias como carpaccio, finger food, saladas e aperitivo. Está disponível na Wine por R$ 50,00.
O Piera Martelozzo Spumante Rose Dry é um espumante italiano rosado elaborado a partir das uvas Raboso (85%) e Pinot Noir (15%). De cor púrpura e reflexos brilhantes, possui aroma frutado agradável e sutil, com nota de ervas frescas. “Em boca é cremoso, frutado e vivo, harmoniza com frutos do mar, peixes grelhados e aperitivos” diz o sommelier Wine. Também está disponível na adega virtual da Wine por 50,00.
O Champagne Jacquart Mosaique Brut, feito das uvas Chardonnay (50%), Pinot Noir (35%) e Pinot Meunier (15%), acompanha bem entradas de caviar, canapés finos e pratos a base de aves e peixes. Queijos jovens como o Brie podem ser boa companhia. De acordo com o sommelier Wine, este champagne também acompanha pratos mais elaborados como lagosta na manteiga, risoto de frutos do mar e pato no tucupi.
O champagne Montaudon Reserve Premiere Brut, que faz parte do grupo LVMH, é elaborado com a combinação das uvas Chardonnay, Pinot Noir e Pinot Meunier. De acordo com o sommelier Wine, este vinho é ideal para degustar com entradas como salada de salmão defumado, palmito pupunha grelhado e aperitivos como canapés e carpaccio. Harmoniza com aves, peixes e suínos grelhados, com tempero cítrico. “Frutas frescas podem ser uma boa finalização”, explica. Está disponível na loja virtual Wine por $99,00.
O Irroy Brut pertence à vinícola Irroy e é produzido com uvas Chardonnay e Pinot Noir. De acordo com o sommelier Wine, este champagne possui um sabor indispensável para os amantes de vinho do Brasil: é encorpado, cremoso, elegante, com borbulhas persistentes e boa acidez refrescante. Perfeito com suflês salgados, lagosta e camarões a provençal, caviar, e salmão grelhado em molho agridoce. Na loja virtual da Wine por R$125,00.
Bom verão e saúde!
Enviado por: Diana - Categoria: Dicas
18/01/2011 10:40 am 0 comentários
Chegou a hora dos brancos
É verão no Brasil. As temperaturas estão cada vez mais elevadas e os vinhos tintos aos poucos vão dando lugar aos brancos e espumantes.
Nesses dias quentes do ano, o ideal é adaptar nossos hábitos de consumo e concentrarmos em soluções mais leves e refrescantes na hora das refeições.
Para isso, nada melhor do que um bom vinho branco bem gelado. Além de muito saborosos, são um excelente acompanhamento para peixes, petiscos e variadas saladas.
Uma ótima pedida para esse verão é o Saint Clair Vicar`s Choice Chardonnay 2008. Feito 100% a partir da uva Chardonnay, possui um aroma elegante e frutado a pêssego, damasco e com notas de especiarias. Seu sabor é de corpo médio, redondo e frutado com sabor de pêssego maduro. É o par perfeito para aperitivos, saladas de vegetais, assados e mariscos.
Para aqueles mais sofisticados e que estão sempre comemorando algo, uma boa opção são os vinhos espumantes. Servidos bem gelados, são uma excelente alternativa para essa época do ano, assim como os champagnes.
Nesta categoria, o sommelier Wine recomenda o Champagne Irroy Brut, encorpado, cremoso, nervoso, com borbulhas persistentes e boa acidez refrescante, possui um sabor indispensável para os amantes de vinho do Brasil.
É perfeito como aperitivo e para acompanhar ostras, caviar, salmão defumado e carpaccio.
O importante é não deixar de beber um bom vinho e aproveitar o verão da melhor maneira possível.
Saúde!
Enviado por: Diana - Categoria: Dicas
19/07/2010 11:30 am 0 comentários
Seleção espanhola de vinhos
A Espanha foi a grande Campeã da Copa do Mundo e para comemorar, o Sommelier Wine selecionou uma série de vinhos espanhóis em homenagem à conquista do primeiro mundial de futebol do país.
A pequena variedade de castas, a enorme variedade de tipos de vinhos e o fato de possuir duas regiões climáticas distintas e dominantes (litoral e interior), fazem da Espanha um país único no mundo dos vinhos.
O Sommelier Wine, Manuel Luz, selecionou os melhores vinhos espanhóis disponíveis na Wine: o espumante Cava Cristalino Brut, o vinho amadeirado Valduero Crianza 2005, o impressionante tinto Contador de Benjamim Romeo 2005 e o tradicional Miguel Torres Sangre de Toro 2007.
O espumante espanhol Cava Cristalino Brut, produzido na região da Cataluña, é “límpido, brilhante e rico em borbulhas”. Cava é o nome dado aos espumantes espanhóis produzidos através do método champenoise, o mesmo utilizado pelos vinhos de Champagne, na França.
São modernos, elegantes e de qualidade elevada, mesmo assim, estão entre os vinhos com melhor relação custo x benefício no Brasil.
De acordo com Manuel Luz, o Cava Cristalino Brut é o que há de mais tradicional na Espanha. “Este espumante é um dos mais antigos do mundo. Combina com canapés, grelhados, peixes e aves”.
Para apreciadores de vinhos amadeirados, o rótulo Valduero Crianza 2005 é o mais indicado. De estilo tradicional, este rótulo combina com carnes em geral, queijos, massas e grill. Seu aroma é de frutas maduras e caramelo e em boca é redondo, frutado e marcado com notas de madeira.
Já o Contador de Benjamim Romeo 2005 é um vinho tinto impressionante, além de intenso e maduro é de excelente qualidade. De acordo com Manuel Luz, “um dos mais badalados da Espanha”.
Por possuir sabor único, macio, elegante, encorpado e equilibrado, lembra os melhores vinhos de Bordeaux.
É par perfeito para carnes nobres, risotos de cogumelos, escargot, além de queijos de corpo médio e sabor cremoso.
Para um tradicional vinho deste país, o Sommelier Wine sugere o Miguel Torres Sangre de Toro 2007. De aroma apimentado com nota de tabaco, tem taninos maduros e abundantes, e sabor de médio corpo. Este vinho combina com pratos cremosos, carnes grelhadas, pizzas de sabor forte e muito queijo.
Encorpado e pesado, ele é ideal para quem curte o gosto espanhol.
Todos esses rótulos você encontra no site da Wine (www.wine.com.br).
Wine
Enviado por: Diana - Categoria: Dicas
6/05/2010 2:29 pm 0 comentários
Como servir o vinho?
Dando continuidade às dicas do post anterior, hoje temos mais alguns passos para que o serviço de vinho seja ideal, tanto numa festa como num jantar entre amigos.
Depois de adequar o vinho à temperatura certa e abri-lo corretamente, chega a hora de utilizar o decanter, onde o vinho entra em contato com o oxigênio e tem sua maturação acelerada. Esse processo intensifica os aromas do vinho e pode reduzir sua tanicidade. Mas muitos têm dúvidas em relação aos decanters. Qual vinho é preciso decantar? Tintos muito encorpados e jovens ou os vinhos envelhecidos. Porém, existem algumas diferenças para a operação de cada um.
Para os vinhos jovens e encorpados, uma hora de decantação antes do serviço é suficiente para que os aromas sejam ampliados e o vinho fique mais “solto”, mais macio. Para os vinhos nesse estilo, decantadores de bojo largo são os mais indicados, assim como o copo, que deve ter bojo amplo e boca estreita.
Para o vinho envelhecido, é necessário que a garrafa fique de pé por pelo menos 24h antes de ser servida, para que os sedimentos de depositem no fundo. Com calma e sem agitar a garrafa, transfira o líquido para o decanter, mas não todo o conteúdo. Quando a garrafa estiver em um ângulo próximo aos 45°, deposite o restante num copo à parte, pois essa quantidade presa ao ombro da garrafa terá os sedimentos. Isso é feito para que o vinho seja transferido para o decanter sem sua borra.
O tipo ideal para vinhos maduros é o decanter de bojo estreito, já que o vinho já está envelhecido e não será favorecido por muito oxigênio. O mesmo é válido para o copo.
A Ordem de Serviço deve seguir sempre do vinho mais leve para o mais encorpado. Sempre com os mais simples antes dos mais complexos; os mais jovens antes dos mais velhos e os secos antes dos doces. Abaixo está uma sequência básica que pode ser útil:
1. Vinhos espumantes e brancos leves
2. Vinhos rosados
3. Vinhos brancos amadeirados, encorpado e Chamapagnes
4. Vinhos tintos leves
5. Vinhos tintos encorpados
6. Vinhos doces Late Harvest
7. Vinhos fortificados
Finalizamos aqui o passo a passo de como servir corretamente o vinho, seja numa festa, num jantar ou numa comemoração romântica. Esperamos que as dicas sejam úteis e ,se quiserem contar algumas experiências sobre o assunto pra nós, deixem os comentários aqui!
Wine.com.br
Enviado por: Diana - Categoria: Dicas
4/05/2010 11:42 am 1 comentários
Como servir o vinho?
Você já teve dificuldades para abrir o vinho naquele momento mais esperado do jantar? O vinho branco estava quente, o tinto gelado demais e a rolha acabou quebrando no gargalo? Um perfeito desastre…! Para evitar esses constrangimentos, vamos dar hoje algumas dicas iniciais para um bom serviço de vinho.
1. A Adega é o local correto para o armazenamento do vinho, mas não para adequá-lo à temperatura ideal para o serviço. É preciso examinar todo vinho que sai da adega, para se ter certeza de que está na temperatura correta.
2. E a temperatura correta? Muitas pessoas acabam confundindo a temperatura ambiente do vinho com a temperatura do ambiente em que estão. Quando o clima está quente demais, é ideal que o vinho seja servido resfriado para que atinja a temperatura ideal; isso e válido mesmo para os tintos. Em dias muito frios, é boa idéia deixar o vinho em um local mais quente, para que alcance a temperatura correta. Abaixo segue uma listinha que pode ajudar a identificar essas temperaturas:
- Brancos leves e espumantes ligeiros: 7°C
- Brancos amadeirados, envelhecidos ou Champagne NV: 9°C
- Rosados: 10°C
- Late Harvest, jovens e ligeiros: 10°C
- Grandes Champagnes e brancos maduros envelhecidos: 12°C
- Brancos fortificados, secos ou doces: 12°C
- Tintos leves, sem madeira e jovens: 14°C
- Porto e fortificados em geral, tintos: 15°C
- Tintos encorpados ou envelhecidos: 16°C
- Porto Vintage: 16°C
3. Para abrir a garrafa, o primeiro passo é higienizá-la, já que ela esteve exposta a um ambiente que não é limpo. Se for usar um saca-rolhas, evite o tipo borboleta, que exige mais esforço. O mais adequado é o tipo bastão, com espiral de pelo menos cinco voltas e revestimento anti-aderente, que pode eliminar o barulho se a rolha estiver seca.
Balde: Como somente o gargalo da garrafa deve ficar para fora, evite baldes pequenos, a não ser que seja uma garrafa menor. Se o tinto estiver quente, coloque-o no balde com água e algumas pedras de gelo, e em poucos minutos ele estará na temperatura correta. Já o vinho branco deve ser colocado dentro do balde, cheio de gelo e depois completo com água. 20 minutos são necessários.
Depois da temperatura correta, basta um pano limpo para a limpeza do gargalo e um pires para depositar a rolha.
Gostaram das dicas? No próximo post traremos os passos finais para um serviço ideal. Confiram e deixem também outras dicas que possam ser úteis para essas ocasiões especiais!
Wine.com.br
Enviado por: Diana - Categoria: Dicas
22/04/2010 10:48 am 0 comentários
Breve Manual do Degustador (2)
Essa semana, nosso último post trouxe dicas bacanas para não fazer feio no momento do brinde, ou mesmo nas degustações. Vamos então finalizar esse prático manual com mais algumas dicas para quem quer ficar expert no assunto:
5. Aromas Secundários
Os aromas chamados de secundários precisam de atenção: eles estão no vinho, mas não vieram diretamente das uvas, por isso são chamados de secundários. O aroma de manteiga, por exemplo, encontrado em vinhos brancos Chardonnay, é originário da fermentação malolática, que transforma o ácido málico em ácido lácteo, um pouco mais brando. Vinhos que se destacam por aromas primários e secundários quase nunca têm potencial para envelhecimento.
6. Aromas Terciários
No caso dos terciários, ou aromas de estágio, são desenvolvidos em garrafa – constituindo aromas de redução, ou em barricas – aromas de oxidação. Esses aromas dão origem ao bouquet dos vinhos. A estrutura da bebida vai sendo lentamente modificada, a partir de reações químicas. Esse tipo de transformação afeta, além dos aromas, a cor dos vinhos. Os aromas terciários são do tipo animal, como couro, balsâmico, como madeira e ainda outros como fumo e tabaco.
Nesse ponto, quanto mais referências olfativas e mais conhecimento sobre as uvas e suas características, melhor será o aproveitamento de uma degustação. Um Kit de aromas pode ser uma boa dica para quem quer treinar e desenvolver uma memória olfativa.
8. Sem exageros
A descrição da descrição também é importante. Evitar palavras rebuscadas ou referências particulares desconhecidas da maioria é um ponto válido. Muita gente escorrega nos detalhes que o vinho apresenta por usar linguagem exagerada que acaba não tendo significado algum. Como última sugestão, não se prender a modismos e procurar autenticidade, acima de tudo degustando com prazer, é o melhor caminho.
Esperamos que as dicas tenham sido úteis a todos, e que a partir desse pequeno guia, as degustações e comemorações sejam ainda melhores. Saúde!
Enviado por: Diana - Categoria: Dicas
20/04/2010 11:52 am 0 comentários
Breve Manual do Degustador (1)
Que tal algumas dicas para não fazer feio na hora de levantar um brinde, mas também não exagerar na qualificação dos vinhos e acabar se passando por um enochato?
Essa semana, vamos dar 8 passos simples e que funcionam como um manual de instruções para esses momentos; algumas guias básicas sobre o mundo dos vinhos. Vamos então aos primeiros pontos:
1. Três Grupos de Aromas
Na prática, os grupos de aromas são divididos em 3: Os primários, provenientes das uvas, os secundários, resultantes da fermentação e do amadurecimento e os terciários, que têm origem no envelhecimento em garrafa. Poucos são os vinhos que desenvolvem esses aromas terciários, por não apresentarem capacidade de envelhecimento. Esses últimos geralmente são mais etéreos e fechados, como os odores animais, químicos e mofo.
2. 200 compostos
São mais de 200 os compostos aromáticos identificados nos vinhos, responsáveis por notas frutadas, florais, herbáceas, animais e minerais. Nas uvas, também é possível encontrar o linalol e o nerol, por exemplo, responsáveis pelos aromas florais e frutados. No quesito qualidade, o aroma é um dos principais parâmetros para os vinhos.
Usar o termo frutado é uma forma abrangente de identificar um vinho. A maneira como esse aroma frutado se apresenta pode ter formas variadas: mais ou menos maduro, ou mais ou menos intenso. Pessoas de olfato mais aguçado podem, ainda, especificar uma fruta especial, entre “fruta madura”, “fresca” ou “fruta de bosque”.
4. Cheiro de Cravo
Baunilha, caramelo e cravo são outros aromas encontrados, principalmente nos tintos e em alguns brancos. O aroma de baunilha é formado pela vanilina presente no carvalho, que influencia nos aromas, pois os óleos essenciais nele presentes são transferidos para o vinho quando ele amadurece em barricas. Esse é o caso também do eugenol, óleo do cravo.
Essas são 4 dicas bem úteis para quem já faz parte desse universo e quer entender ainda mais. No próximo post, você verão mais 4 dicas para compor esse prático e valioso “manual”. Não deixem de conferir!
Enviado por: Diana - Categoria: Dicas
30/03/2010 2:21 pm 0 comentários
A elegância dos vinhos de Montalcino
A região de Toscana, na Itália, é uma das maiores do país em território e número de habitantes e tem como capital a cidade de Florença.
Em Toscana encontra-se também a comuna de Montalcino, uma das mais belas e antigas da Itália e berço de vinhos de qualidade, como o Brunello di Montalcino e Rosso di Montalcino.
O Brunello foi o primeiro vinho italiano a ser certificado como Denominação de origem controlada e garantida (DOCG) e ele é notoriamente um vinho caro. Sua qualidade e preço alto são fáceis de explicar: ele deve amadurecer obrigatoriamente 48 meses na cave, sendo pelo menos 24 destes em carvalho francês. Depois de 60 meses de envelhecimento em madeira, passa receber o título de Riserva.
Já o Rosso di Montalcino é elaborado com as mesmas uvas do Brunello – a Sangiovese Grosso, também conhecida por Brunello – no entanto, como forma de gerar capital para as vinícolas, ele amadure apenas 12 meses em carvalho. Ambos os vinhos são vivos e intensos, possuem aroma intenso de especiarias, notas de tabaco e amora madura. Seu sabor é bastante encorpado, com alta acidez e teor alcoólico (mínimo de 13° para o Brunello e 12° para o Rosso). Diz-se que as melhores safras de Brunello e Rosso di Montalcino dos últimos vinte anos foram 1985, 1988, 1990,1995, 1997, 1999, 2000, 2001 e 2004.
Os melhores acompanhamentos para esses vinhos são pratos típicos da Toscana, como o queijo pecorino, de sabor
picante, salgado e textura firme. Podemos citar também a famosa Bistecca alla Fiorentina, um generoso bife de carne bovina, com osso e pelo menos 800 gramas de carne. O salame toscano e os pães como as bruschetas, crostinis e panzanellas ainda são outras opções de harmonização para eles.
Por meio da Revista Wine, os clientes têm acesso a mais informações sobre esses alimentos típicos da Toscana e sobre os vinhos da região, além de belas gravuras da paisagem local. A revista sempre traz matérias e novidades bacanas sobre a loja, e ainda algumas dicas imperdíveis do nosso sommelier. Para recebê-la, basta se cadastrar através do nosso site. Não percam! http://migre.me/so9P
Enviado por: Diana - Categoria: Dicas
16/03/2010 3:36 pm 0 comentários
Viña Santa Rita
Em 1880 a Europa vivia o flagelo da Filoxera, praga mais devastadora da viticultura mundial e que afetou mais da metade dos vinhedos europeus. Na mesma época, Domingos Fernandes Concha fundou a Vinã Santa Rita em um dos locais mais produtivos do Chile, a região do Maipo.
Ciente das inovações e transformações que o concorrente mundo do vinho apresentava e também do status que as vinícolas e regiões produtoras de vinhos traziam para país produtor, Domingos optou por importar algumas variedades de cepas francesas para a reprodução dos vinhos de Bordeaux, região de grande prestígio na época. As cepas borlandesas unidas aos enólogos que fugiam da praga na Europa contribuíram para a nova produção dos novos vinhos no Valle do Maipo.
100 anos mais tarde, quando passou a ser capitalizada pela produtora de vidros Owen Illinois, a Viña Santa Rita tinha foco no aumento da qualidade, na expansão da marca e na exportação de seus vinhos. Com equipamentos modernos e novas barricas de carvalho americano, enólogos foram contratados para elaborar vinhos tão bons quanto os produzidos em outros países de tradição.
Hoje os vinhedos da Vinã Santa Rita estão espalhados nos vales Chilenos do Maipo, nas regiões de Casablanca, Rapel, Leyda, Maule e Limarí. Sua principal enóloga, Cecília Torres, é responsável por uma equipe de dez outros enólogos e considerada a melhor enóloga do Chile, no ranking dos três melhores enólogos da América do Sul.
Hoje a Santa Rita produz sete linhas de vinhos: 120, Reserva, Medalla Real, Floresta, Triple C e Casa Real. Todas elas têm características específicas que valem uma boa degustação para serem apreciadas.
Para aqueles que querem conhecer mais detalhes sobre a vinícola e seus produtos, a revista Wine desse mês traz uma matéria super completa sobre o assunto. Para recebê-la, basta se cadastrar no site e fazer parte do grupo de clientes Wine. https://www.wine.com.br/sign-in.ep











