29/02/2012 3:18 pm 0 comentários
Vinhos sul-africanos Hartenberg no ClubeW de março
A próxima seleção do ClubeW será com os vinhos sul-africanos Hartenberg Pinotage e Hartenberg Cabernet Sauvignon-Shiraz. Localizada em Stellenbosch, cerca de 40km da Cidade do Cabo, a vinícola Hartenberg possui um parque enológico bem estruturado e de ponta, com 4 prensas pneumáticas, mais de 75 tanques de aço inoxidável, 2.000 barricas de carvalho francês e capacidade de produção de 400 mil litros por safra.
A região de Stellenbosch é considerada o Napa Valley sul-africano. É sombreada por milhares de carvalhos e por colinas escarpadas de granito. O clima é seco e ensolarado, refrescado pelos ventos gelados que vêm da Antártida pelo Golfo de Bengala. Há muitos vales montanhosos repletos de vinhedos, vinícolas e restaurantes.
A África do Sul é conhecida pelos vinhos tintos sólidos e pelos brancos vivos que produz em suas encostas de pedra e arenito. Além de possuir alguns dos mais belos vinhedos, figura entre os dez maiores produtores de vinhos do mundo.
Hartenberg Pinotage
Vinho 100% de uva Pinotage, variedade clássica da África do Sul, resultado do cruzamento das tintas Cinsault (Rhône) e Pinot Noir (Borgonha). Os cachos foram desengaçados e fermentados em temperaturas de 25 °C por 18 dias. O amadurecimento do vinho foi de 23 meses sendo 50% em carvalho francês novo e 50% em carvalho francês de segundo uso.
Comentário do sommelier: tinto rubi brilhante. Aroma de noz moscada, tabaco nobre (caixa de charuto) e chocolate amargo. Em boca tem potência equilibrada entre a força do tanino e a acidez com boa fruta. Destacam-se também notas balsâmicas típicas da Pinotage. Lembra um pouco os tintos italianos.
Par perfeito: este tipo de vinho tem encaixe perfeito com pratos condimentados como carne com osso assada (costela, T-bone), massa com molho à base de azeitonas, presunto cru e pimenta preta, além de queijos de massa dura (grana padano), os de casca branca (reblochon, taleggio) e canastra curado.
Estimativa de guarda: 6 anos.
Temperatura de Serviço: 15°C
Graduação Alcoólica: 14.2%
Hartenberg Cabernet Sauvignon-Shiraz
As vinhas estão localizadas em encostas de granito, já as uvas são colhidas e vinificadas separadamente, ambas a 25 °C por cerca de 20 dias. Depois de fermentados e decantados, os vinhos são cortados e levados para o amadurecimento que ocorre por 12 meses em carvalho francês de 225 litros de primeiro, segundo, terceiro e quarto usos.
Comentário do sommelier: tinto escuro, de aroma que remete à fruta vermelha madura, hortelã e cominho. Em boca é frutado, tem taninos bem maduros equilibrados pela boa acidez. A madeira surge mais no final de boca por meio de notas tostadas e de resina nobre.
Par perfeito: vinho recomendado para risoto de funghi porcino, alcatra grelhada em molho rôti, macarrão ao molho quatro queijos bem concentrado, cordeiro grelhado e peito de pato em redução de balsâmico.
Estimativa de guarda: 5 anos.
Temperatura de Serviço: 15°C
Graduação Alcoólica: 14.3%
Por que ser membro do ClubeW?
O ClubeW é o maior clube de vinhos do Brasil. Tornando-se sócio, você recebe rótulos cuidadosamente selecionados e ainda ganha benefícios, como 15% de desconto e entrega gratuita em qualquer compra na Wine. O valor dos vinhos chega a ser 40% menor que o praticado no mercado!
Enviado por: Natalia - Categoria: ClubeW
27/02/2012 3:51 pm 2 comentários
Os Mitos do Vinho
Se o vinho não é a bebida alcoólica mais antiga que existe, certamente é a mais antiga em circulação, da Idade do Bronze até os dias de hoje. Ele foi necessário para a sobrevivência (numa era sem analgésicos ou antissépticos) e está presente no dia a dia da civilização ocidental há milênios. É claro que tamanha tradição e utilidade geram muitos mitos e lendas.
Nesta série de artigos vamos passar a limpo alguns dos mais famosos provérbios, mitos e lendas que envolvem uma das maiores dádivas do mundo ocidental. Então vamos às três primeiras dúvidas que envolvem o vinho, suas verdades e mitos:
Vinho: quanto mais velho, melhor?
O vinho é a bebida fermentada com maior capacidade de envelhecimento, e alguns vinhos chegam a durar décadas antes de estragar. Mas a maioria, os chamados “vinhos comerciais”, possuem uma durabilidade média de seis anos. Os vinhos que duram muitos anos são aqueles que possuem alto grau de acidez, taninos e álcool, e que, quando jovens, são muito adstringentes, sendo necessário que evoluam lentamente na garrafa até atingir seu ponto ideal.
Os vinhos que possuem capacidade de envelhecimento superior a dez anos são os Bordeaux Cru Classé, o Porto Vintage, o Riesling Grand Crus alemão, o Tokaji 6 puttonyos ou o Eszencia, Sauterne Cru Classe, Barolos, Brunellos e Amarones de qualidade, Borgonha Grand Cru, e alguns poucos mais.
Garrafas de base profunda são garantia de vinhos melhores?
Isso é um equívoco. Na verdade, o fundo serve de encaixe entre as garrafas que ficam no depósito da adega, antes de serem rotuladas. Deitadas, as garrafas ocupam pouco espaço, mas precisam estar bem encaixadas para que a pilha não desabe.
Portanto uma garrafa de fundo profundo pode conter um excelente vinho ou uma bebida ordinária, bem embalada, para fisgar bebedores incautos. A prova do vinho deve ser feita no copo, nunca pela embalagem ou rótulo.
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O vinho precisa ser guardado em ambiente escuro e com temperatura controlada?
O vinho é uma bebida que não resiste muito ao calor e à luminosidade. Por isso, deve ser mantido em temperatura constante entre 14ºC e 18ºC e sem luz direta sobre a garrafa. Pode até ser armazenado na casa dos 20ºC, e com alguma luz, mas isso pode acarretar um envelhecimento precoce na bebida.
Enviado por: Natalia - Categoria: Curiosidades
16/02/2012 5:12 pm 0 comentários
Vinhos pontuados por guias internacionais
Sou questionado frequentemente por muitos clientes sobre o significado de certas siglas que acompanham o nome dos vinhos e o que significam as pontuações. Durante esta semana mesmo recebi um email com essas dúvidas, foi quando tive a ideia de fazer um roteiro sobre quem são e como funcionam os guias de vinhos e colocar aqui.
Como são muitas classificações importantes, resolvi dividir este artigo em duas partes. Espero que ele ajude a esclarecer muitas das dúvidas de vocês.
Guias Internacionais Pontuadores de vinhos
Robert Parker RP
Robert M. Parker é a maior autoridade no mundo dos vinhos. Suas notas possuem o poder de fazer desaparecer ou encalhar vinhos nas prateleiras de lojas do mundo inteiro. Publica um guia bimestral chamado Wine Advocate e avalia vinhos em escala de 100 pontos, critério inventado por ele e que hoje é amplamente copiado.
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Decanter Magazine DEC
Revista mensal do Reino Unido. Além de numerosos artigos sobre vinho elaborados por escritores de grande competência, a revista oferece comentários sobre o vinho, a vinícola e estilo e tendências.
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Wine Spectator WS
Publicação norte-americana com estilo parecido ao da revista Decanter com artigos e perfis. Entretanto, tem maior influência nos Estados Unidos e na América em geral. Também pontua os vinhos até 100, ao modo Parker.
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Wine Enthusiast WE
Publicação norte-americana que avalia de 0 a 100 pontos. Vários autores são os responsáveis pela publicação mensal, considerada a terceira maior dos EUA.
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Stephen Tanzer ST
Considerado o substituto natural de Robert Parker, possui uma publicação bimestral chamada “Stephen Tanzer’s International Wine Cellar”. Pontua com um sistema de 100 pontos, em que os vinhos que marcam mais de 90 pontos vêm sinalizados.
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Seleção de vinhos pontuados
Pra quem ficou com vontade de degustar um vinho pontuado, a Wine.com.br preparou uma seleção especial de vinhos pontuados por estes e outros grandes guias internacionais com uma ótima relação qualidade x preço. Vale a pena conferir!
Enviado por: Natalia - Categoria: Curiosidades
13/02/2012 3:07 pm 1 comentários
Como limpar a taça de vinho
Às vezes, sentimos o aroma do vinho estranhamente diferente, com um cheiro desagradável e um paladar mais desagradável ainda. A culpa pode estar na taça. Resíduos de sabão e detergente podem reagir com os componentes do vinho, deixando-o ruim. As taças de espumante, por exemplo, se forem ensaboadas, podem fazer com que as borbulhas desapareçam.
Além de poder alterar o vinho, uma taça bem limpa e cuidada faz toda diferença na mesa. Por isso, o post de hoje traz algumas dicas de como limpar as taças, para que elas estejam sempre em bom estado, prontas para os momentos de degustação e prazer.
Taças de Cristal
Os copos de cristal são mais porosos que os de vidro, por isso podem absorver mais os sabores e odores dos materiais de limpeza, como cloro, sabão, panos, detergentes, etc. A melhor maneira de limpá-los é não utilizar uma esponja, e sim a própria mão.
Limpe com uma pequena quantidade de sabão neutro e água morna, mas cuidado com a temperatura, pois se for muito quente, pode fazer com que a taça estale e quebre. Enxague bem para que não fique nenhum resíduo de sabão nas taças. Em seguida, deixe-as secando de cabeça para baixo e depois recoloque-as em pé e deixe-as secando ao ar livre. Com um pano macio, limpo e que não solte pelos, retire as manchas e gotas.
As taças devem ser guardadas em pé e nunca pela borda. Como são muito frágeis, podem quebrar com facilidade. Se quiser, também pode “polir” a taça com uma toalha bem limpa antes de guardá-la, assim você pode retirar qualquer manchinha que possa aparecer por causa da concentração de água em alguns pontos do copo e da borda. Lavar a taça com bicarbonato de sódio retira as manchas vermelhas deixadas pelos vinhos tintos e elimina odores.
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Taças de Vidro
Para retirar manchas persistentes das taças de vidro, deixe-as dentro de um recipiente com uma mistura de água, detergente e algumas gotas de amoníaco de um dia para o outro. Para retirar depósitos de calcário, o ideal é encher a taça com água destilada e deixá-la assim durante uma semana. Depois, remova delicadamente o depósito com uma escova de dentes.
Importante:
- Nunca coloque as taças de cristal em máquinas de lavar louça, pois o sabão e a intensidade do calor podem danificá-las.
- Nunca use escovas ou esponjas abrasivas, elas podem arranhar os cristais e vidros.
- Se você tiver que guardar as taças de cristal muito juntas, encaixadas umas dentro das outras, envolva-as com papel de seda.
- Não há nada melhor para dar brilho do que uma flanela que não solte pelo, umedecida em um pouco de álcool.
Enviado por: Natalia - Categoria: Curiosidades
7/02/2012 1:30 pm 0 comentários
O vinho e as regiões do Chile
Na segunda metade do séc. XIX o Chile já era um entusiasta da vitivinicultura. Na época, era sinal de status ter um vinhedo e elaborar vinhos. A França já tinha um grande prestígio e o francês era a segunda língua obrigatória. Nada mais natural que importar cepas francesas e tentar reproduzir Bordeaux, o vinho mais famoso da época.
Com este espírito nasceu o Chile viticultor e nessa época chegaram Cabernet Sauvignon, Merlot, Chardonnay, Carignan, Cinsault e a Carménère. Mas o que faz com que o Chile produza vinhos tão bons, em tanta quantidade, em praticamente toda a sua extensão?
A pré-história chilena e inúmeros acidentes naturais configuraram o fator de qualidade que se encontra hoje no país, como os vulcões, terremotos e a glaciação. Mas além dos fatores naturais, cada região e sub-região dos país carrega particularidades que fazem com que os vinhos chilenos ganhem destaque em todo o mundo.
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As regiões do vinho Chileno
Um recente sistema de Denominación de Origen (DO) divide o país em cinco regiões, com suas subdivisões: Coquimbo e Atacama, Aconcagua, Valle Central, Região Sul.
Coquimbo
Sub-regiões: Valle de Elquí, Valle del Límarí e Valle de Choapa.
Principal produtor de pisco tem recentemente se dedicado à viticultura para vinhos finos. É a área mais seca do país, nunca ultrapassando os 200 mm anuais.
Aconcagua
Sub-regiões: Valle de Aconcagua e Vale de Casablanca.
O Valle de Aconcagua é bem quente para a produção de uvas porém, nas proximidades da cidade de Panquehue, o vale se abre em direção ao mar, recebendo uma brisa refrescante.
Na mesma zona, mas completamente diferente quanto ao clima, está Casablanca. A falta de água nas demais regiões é suprimida pelo degelo dos Andes e pelos inúmeros rios que cortam os vales, mas Casablanca está na Cordilheira da Costa, onde não há a neve para degelo e o rio Aconcagua é um magro filete de água.
A solução foi abrir inúmeros poços artesianos (há mais de 1000 anos!). A água é o artigo mais caro do local. As uvas que se destacam são a Pinot Noir, a Chardonnay e a Sauvignon Blanc, que são completamente distintas das demais regiões.
Valle Central
Sub-regiões: Valle de Maipo, Valle de Rapel (Valle de Cachapoal e Valle de Colchagua), Valle de Curicó e Valle de Maule.
Se Casablanca e Limarí representam a fase moderna da viticultura chilena, o Valle Central representa a tradição.
O Valle de Maipo possui os melhores vinhedos de Cabernet Sauvignon do Chile. As cepas velhas lançam raízes profundas e alcançam o subsolo rochoso, embora a superfície seja de argila aluvial. O rio Maipo é um regulador de temperatura e o fornecedor de água para a irrigação das vinhas.
O Valle de Rapel é dividido em duas zonas: Cachapoal e Colchagua. A divisão se dá por diferenças de solo e clima que distinguem os produtos das duas regiões.
Mais da metade das vinhas de Colchagua é de Cabernet Sauvignon e algumas áreas de solo pedregoso, de baixa atividade freática, onde há grande amplitude térmica, produzem-se uvas tão profundas e maduras quanto as melhores do Médoc.
O Valle de Curicó se dirige ao sul e deveria ser mais frio, mas não é. Nesta região, a Cordilheira da Costa é muito alta, impedindo que as brisas refrescantes entrem neste vale, o que deixa o clima quente e úmido.
Valle de Maule está ao sul de Curicó e é a maior zona produtora do Chile. A maioria dos vinhedos é de uva País, de pouca relevância para vinhos sérios. Destaque para a Carménère.
Região Sul
No Valle de Itata e Valle de Bío-Bío, o índice pluviométrico supera os 1.300 mm anuais, a região é muito fria. Quando a chuva dá uma trégua, é possível fazer uma colheita de Pinot Noir agradável e também de Gewürztraminer e Sauvignon Blanc de qualidade alta. Zona em desenvolvimento, os vinhos são promissores.
Enviado por: Natalia - Categoria: Regiões Vitivinícolas
1/02/2012 1:46 pm 0 comentários
Vinhos exclusivos na seleção do ClubeW de fevereiro
Lançamento exclusivo da Wine, o ClubeW deste mês traz uma seleção muito especial: os vinhos Cordillera Special Edition, elaborados pela consagrada vinícola Miguel Torres em parceria com a Wine. Eu, como Sommelier Wine, aceitei este desafio e fui no ano passado até a cidade de Curicó, em Santiago, e ajudei a criar e formatar estes dois vinhos com muita personalidade.
O trabalho em equipe teve participação fundamental do proprietário da vinícola, Miguel Torres e dos enólogos Horácio Fuentes e Cristian Carrasco. Todo o processo da elaboração dos vinhos foi muito cuidadoso. Até chegarmos ao resultado final, fizemos mais de 100 provas de análise de vinhos de barrica das mais variadas uvas, o que surpreendeu, pois todos eram incríveis.
A ideia era criar dois blends que tivessem as características mais apreciadas pelos brasileiros, o que conseguimos fazer após realizarmos combinações em porcentagens diferentes de cada uva até chegar ao conjunto de sabor, buquê, coloração e textura ideais. O resultado foi de vinhos com um blend leve e frutado, com sabor especial e exclusivo para Wine.
A vinícola Miguel Torres
A vinícola Miguel Torres produz vinho na Espanha há 150 anos e já produzia uvas há cerca de 300 anos. Foi a primeira vinícola estrangeira estabelecida no Chile. É uma empresa familiar que compete em um mercado global e que tem como características a qualidade de seus vinhos, respeito ao meio ambiente e responsabilidade social. Foi a primeira vinícola a introduzir o uso de barricas em aço inoxidável e de carvalho francês para o envelhecimento de vinhos tintos.
Cordillera Special Edition Maipo 2010
O Cordillera Maipo é um vinho composto por Merlot (85%) e Syrah (15%). As uvas foram fermentadas separadamente e ficaram em contato com as próprias borras (maceração) por cerca de um mês. O amadurecimento foi feito em carvalho francês por 11 meses, sendo que 30% das barricas eram novas e 70% de segundo ano. A uva Merlot dá ao vinho taninos macios e baixa acidez, além de aromas de frutas silvestres que lembram os da Cabernet Sauvignon. A Syrah aprofunda a cor, aumenta a potência de taninos, bem como a acidez, além de deixar sua marca gustativa de pimenta e ameixa seca.
Comentário do sommelier: rubi escuro com aroma de fruta madura, menta e notas de baunilha da madeira. Em boca é frutado, tem taninos macios e textura redonda com sabor envolvente.
Estimativa de Guarda: 6 anos
Par perfeito: peru assado, pato, pernil e costelas suínas são boas pedidas. Massa recheada de queijo curado ou com molhos à base de queijos fortes.
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Cordillera Special Edition Maule 2009
O vinho Cordillera Maule foi elaborado com Cabernet Sauvignon (85%) e Merlot (15%), fermentados separadamente e que repousaram sobre suas borras por aproximadamente 5 semanas para maior aporte de sabores e extração de cor. O amadurecimento se deu por cerca de 10 meses em barricas de carvalho (40% novas e 60% de segundo uso) de 250 litros. Depois disso, o vinho repousou cerca de onze meses em tanques antes de ser engarrafado. A mistura das uvas dá ao tinto uma forte expressão frutada e uma boca de sabores bem vivos. A Cabernet tem potência e muito sabor, o que levou à escolha do corte com Merlot para tornar o vinho agradável ainda jovem, embora sua estrutura permita alguns anos de envelhecimento.
Comentário do sommelier: tinto escuro com reflexo violáceo. O aroma é de compota de fruta, caramelo (da barrica) e pimenta seca. Em boca tem algo de mentolado coberto pelo sabor de tosta da madeira com final frutado e maduro.
Estimativa de guarda: 7 anos
Par perfeito: Indicado para corte alto de carne vermelha grelhada, costeleta de cordeiro, peito de pato com batatas salteadas em manteiga trufada e caçarola de galinha de angola.
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Por que ser membro do ClubeW?
O ClubeW é o maior clube de vinhos do Brasil. Tornando-se sócio, você recebe rótulos cuidadosamente selecionados e ainda ganha benefícios, como 15% de desconto e entrega gratuita em qualquer compra na Wine. O valor dos vinhos chega a ser 40% menor que o praticado no mercado!

