27/01/2012 12:04 pm 0 comentários
Vinhos com descontos especiais no Fim de Semana Wine
A Wine Vinhos criou uma ação especial para o fim de semana e está com vinhos com até 45% de desconto e entrega gratuita! São várias opções de vinhos das principais regiões vitivinícolas do mundo. Mas tem que aproveitar logo, pois a promoção só vale até segunda-feira, dia 30 de janeiro! Lembrando que os Membros ClubeW têm ainda mais desconto.
Categoria: Promoções
26/01/2012 12:10 pm 0 comentários
A vinícola e os vinhos Bremerton
A história de toda vinícola parece começar com uma família que se instala em alguma região e passa a produzir uva e vinho. Parece não haver muita novidade, mas o que motiva uma família a produzir vinho? Isso é que é interessante.
Para muitos apreciadores, trabalhar com vinho parece ser uma atividade hedonística e romântica, mas as etapas da produção fazem muita gente desistir deste sonho. É uma tarefa árdua e incessante, em que nada pode dar errado, desde a planta na parreira até a venda ao consumidor. Fazer vinho é um dom, não basta ser apenas romântico.
A família Wilson e a Bremerton Winery
Quando a família Wilson se instalou em Langhorne Creek, a 30km ao sul de Adelaide, em 1866, certamente não esperava que o negócio das uvas fosse mera especulação. Os Wilson produziram uvas que eram vendidas para produtores locais até o ano de 1998, quando montaram uma vinícola e passaram a produzir e engarrafar o próprio vinho. Nascia a Bremerton Winery, uma empresa centenária proprietária de vinhas antigas numa das mais prestigiadas áreas produtoras do mundo.
Rebeca Wilson é a enóloga, e sua irmã Lucy é a gerente de marketing. Juntas, elaboram e promovem os vinhos da Bremerton. A empresa possui vinhas próprias, uma vinícola moderníssima e aposta no mix entre carvalho norte-americano e francês de 220 litros para amadurecer seus vinhos.
A região de Langhorne Creek
A região de Langhorne Creek tem solo privilegiado, muito bem drenado, rico em compostos minerais. O clima é perfeito para o bom amadurecimento das uvas e, durante o inverno, as vinhas são inundadas pelo rio Bremer, que corta a região, fornecendo precioso suplemento de água para as plantas que será utilizado durante todo o quente e seco verão australiano.
Na Wine Vinhos você encontra vários rótulos da vinícola, inclusive o Bremerton Matilda Cabernet Sauvignon Shiraz 2010, cuja a safra anterior fez parte da seleção do ClubeW.
Categoria: Produtores Sem categoria
20/01/2012 1:10 pm 0 comentários
Receita e Harmonização de Yakisoba
Os orientais têm um apreço pela arte e ela está em tudo o que fazem. É uma dimensão da sua religião e envolve a escrita, o pensamento matemático, filosófico e também no elemento estético em sua alimentação.
Neste post, preparei uma receita japonesa muito saborosa e bem aceita em todo o mundo, o Yakisoba. Preparado à base de legumes e macarrão (sobá) frito, o Yakisoba pode ou não levar carne. O macarrão não é o italiano, mas sim o lámen. Existe o lámen de preparo rápido, em menos de um minuto e o tradicional, que ferve por cinco ou seis minutos.
Bom, chega de conversa e vamos logo para esta deliciosa e tradicional receita oriental.
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Receita Yakisoba (serve 6 pessoas)
- Uma panela wok, (com formato de chapéu chinês) ou frigideira larga e funda
- 5 folhas de acelga picadas, a parte branca pode ser em tiras médias
- 80g de broto de feijão
- Uma cenoura em tiras finas
- 150g de cogumelos shiitake ou shimeji
- 5 vagens em corte diagonal
- 4 flores de brócolis em lâminas médias
- 200ml de fundo de frango
- 30ml de óleo de girassol misturado com 20ml de azeite de oliva
- 20ml de saquê
- 50ml de shoyu
- 5ml de óleo de gergelim torrado
- Pimenta do reino a gosto
- 10g de Aji-no-moto, glutamato monossódico
- 200g de sobá, macarrão próprio para o yakisoba (pode ser usado o instantâneo, mas não frita bem).
Modo de preparo:
1. Corte os legumes de acordo com a receita e agrupe-os à parte;
2. Cozinhe o macarrão até o ponto ideal e reserve-o. Para não grudar, hidrate com um fio de azeite;
3. Aqueça o óleo misturado com azeite, evite deixar queimar e acrescente todos os legumes, exceto o broto de feijão;
4. Deixe no fogo por alguns minutos, mexendo para refogar por igual. Os legumes não podem ficar muito passados, o ideal é deixá-los “al dente”;
5. Acrescente o shoyu, o saquê e o Aji-no-moto, misture bem;
6. Acrescente o broto de feijão e deixe por mais um minuto;
7. Finalize com o óleo de gergelim e a pimenta do reino;
Sugestão de Harmonização:
Harmonize com um bom vinho branco ou um espumante extra dry. O Santa Rita Reserva Sauvignon Blanc e o Le Rosé de Mouton Cadet também são ótimas opções.
Categoria: Harmonizações e Receitas
18/01/2012 1:02 pm 0 comentários
Como montar a adega ideal
Depois de engarrafado na vinícola, o vinho vai para o varejo e um longo ciclo começa em sua história. A garrafa deve ser protegida de inúmeros inimigos que a ameaçam constantemente. Entre eles se destacam o calor, a luminosidade e o oxigênio.
Se a garrafa for armazenada em local inadequado, quente demais, com luminosidade em excesso e pouca umidade, não há dúvidas de que em pouco tempo estragará. No entanto, alguns cuidados simples podem fazer com que seu vinho amadureça e evolua perfeitamente durante anos a fio.
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A adega, a umidade e a temperatura
Um dos cuidados mais básicos é com a rolha de cortiça. O papel da cortiça é selar a garrafa, funcionando como um vedante por suas qualidades de flexibilidade e impermeabilidade. Entretanto para manter sua elasticidade, a umidade relativa do ar deve ser de no mínimo 65%.
O que fatalmente pode acontecer, caso a temperatura e umidade não estiverem corretas, é a cortiça perder umidade e encolher permitindo a entrada de oxigênio, e consequentemente, vazamento do vinho e o contato com bactérias que existem no ar. Isso não estraga o vinho imediatamente, mas é uma transformação lenta e silenciosa que, ao invés de um bom vinho, nos dá um excelente vinagre. Por este motivo as garrafas têm sido tradicionalmente deitadas, mas isso não resolve o problema, pois se a umidade for baixa e a temperatura alta, deitar a garrafa só irá facilitar o vazamento.
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Adega Climatizada Móvel
Uma boa opção para quem não tem muitas garrafas, mas já adquiriu o suficiente para ter de armazená-las organizadamente, é a adega climatizada móvel, disponível em vários formatos e tamanhos. Pode ser de 16, 24, 48, 60, 100 ou até 200 garrafas. O móvel é bonito, fica muito bem numa sala ou escritório, mas todo cuidado é pouco na hora de adquirir uma dessas peças. Prefira marcas estabelecidas no mercado, que ofereçam manutenção e tenham um bom manual explicativo em português.
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Vinhos organizados
A adega ideal tem que ser relativamente espaçosa, limpa, escura (com luz indireta) e fria. Ao realizar uma degustação, nunca deixe copos sujos com resto de vinho, pois é um foco de contaminação. Mantenha um caderno com os vinhos registrados por tipo, país, região, uva, safra e preço de compra. Procure anotar as impressões da degustação para consulta futura, e se não for pedir demais, anote o local onde a garrafa foi adquirida. Este registro fornece precioso histórico de seus vinhos. Se suas garrafas ultrapassam as 200 unidades, está na hora de contratar um profissional, pois o jogo se transformou em jogo de adultos.
Para ajudar a organizar as informações sobre os vinhos, existem aplicativos para iPhone como o Wine Notes e a rede social Winetag.
Categoria: Curiosidades
11/01/2012 12:36 pm 0 comentários
Tejo, a terra do vinho
Desde o ano de 2009, a região vitivinícola Ribatejo passou a se chamar Tejo DOC. Uma série de medidas foram tomadas para melhorar a produção das uvas e do vinho, tornando a região mais flexível e atualizada no contexto internacional. No ano passado, fui convidado pela CVR Tejo (Comissão Vitivinícola Regional do Tejo) para conhecer a região, conferi algumas dessas mudanças e aprendi um pouco sobre a história do lugar.
No século XX, o Ribatejo sempre esteve entre os maiores produtores de vinho de Portugal, em volume, pois não se valorizava a qualidade, mas sim a quantidade. A região era especializada em vinho a granel, tanto para o comércio doméstico quando para as colônias portuguesas na África. Se alguém quisesse vinho de maior qualidade, teria que buscar no Douro e no Alentejo, e pagar mais por isso.
Os produtores prosperaram e o modo de produção parecia ser o ideal. Mas nos anos de 1970, com o fim das colônias na África e a entrada do Novo Mundo no cenário vitivinícola internacional, a região entrou em declínio e sumiu do mapa.
O Douro e o Alentejo que sempre produziram um vinho melhor, entraram em cena e passaram a ser representantes dos vinhos portugueses, além de serem os únicos capazes de fazer frente aos baratos e fáceis vinhos australianos, chilenos e estadunidenses.
A região, que ocupa 10% da área total de Portugal, está localizada entre o Alto Alentejo, Beiras e Estremadura, quase no centro do país. O clima é ameno, com temperaturas médias de 16ºC, e índices pluviométricos na casa dos 750mm. O solo é composto por terreno aluvial fértil, ideal para uvas brancas, e parcelas argilo-calcárias, boas para as tintas.
As uvas locais são: Fernão Pires e Arinto, Piriquita, Trincadeira, Aragonêz, Touriga Nacional e parcelas de Syrah e Cabernet Sauvignon.
Na Wine.com.br é possível encontrar ótimos vinhos da região do Tejo, como os da vinícola Pinhal da Torre, que inclusive já fizeram parte do ClubeW.
Curiosidades:
Conhecida como capital mundial do gótico, a região do Tejo é rica em castelos, muralhas e igrejas – algumas destas construções remontam ao século XII. E em Santarém, capital do Ribatejo, encontram-se os restos mortais de Pedro Álvares Cabral.
Categoria: Regiões Vitivinícolas Sem categoria
6/01/2012 1:18 pm 0 comentários
Seleção Wine de vinhos para o verão
O verão começou e com ele vem a diversão, o lazer e muito calor. A época mais quente do ano pede vinhos mais leves, por isso a Wine preparou uma seleção especial com brancos, espumantes, rosés e tintos mais elegantes e menos pesados para quem não abre mão de um bom tinto, mesmo no verão.
São várias opções para todas as situações, como vinhos para praia e piscina, para piquenique, para refeições leves, comidas de praia e buffets.
Categoria: Promoções
4/01/2012 1:38 pm 0 comentários
A rolha de cortiça
Muitas vezes me perguntam sobre o que está acontecendo com a cortiça, e porque vem sendo, há alguns anos, substituída por tampas alternativas. Caro leitor, não há nada de errado com esta peça formidável. O que realmente está sendo questionado é o seu preço de produção, além da mão de obra, cada vez mais escassa.
A cortiça é extraída da casca do sobreiro, árvore originária do Mediterrâneo ocidental e o uso dela pelos povos desta região é bem antigo. Os egípcios e os fenícios já a utilizavam como boias para redes de pesca. Durante séculos a cortiça teve inúmeras aplicações diferentes, mas seu uso vedante para o vinho é bem mais recente e surgiu com a produção em massa de garrafas.
Inicialmente a rolha tinha o formato de cone e era amarrada no gargalo da garrafa por um barbante. Essa ponta externa, embora facilitasse a extração, dificultava o transporte e se quebrava com facilidade. Com o passar do tempo a rolha passou a ser introduzida dentro do gargalo, sem aresta externa.
O que torna a cortiça um vedante perfeito é sua composição leve, flexível, elástica e impermeável, o que permite que seja facilmente comprimida ao gargalo da garrafa, garantindo perfeita vedação.
As rolhas de cortiça possuem vários níveis de qualidade e as mais comuns usadas na indústria do vinho são:
Rolha maciça: formada por uma única peça, também chamada de rolha de cortiça natural.
Rolha de cortiça colmatada: feita de uma única peça, entretanto possui imperfeições (perfurações, estrias ou poros) que são preenchidas com pó misturado com cola a base de água.
Rolha de cortiça multipeça: feita de dois ou mais pedaços de rolhas que são colados. Não são recomendáveis para vinhos de guarda.
Rolha de cortiça aglomerada: elaborada com granulados de cortiça misturados com cola e moldados.
Rolha técnica 1+1: feita de aglomerado e possui um disco fino de rolha maciça em cada extremidade.
Rolha de espumante: este tipo de rolha é próprio para suportar a pressão que há no interior da garrafa. Pertence à família das rolhas técnicas, pois seu corpo é formado de aglomerado revestido em uma das extremidades por dois discos de rolha maciça. Seu diâmetro é maior que das demais rolhas.
Categoria: Curiosidades
27/12/2011 3:26 pm 0 comentários
ClubeW de janeiro traz os vinhos Mouton Cadet Réserve
O ClubeW de janeiro traz aos seus associados os vinhos Mouton Cadet Réserve, elaborados pela vinícola Mouton Cadet, que é de propriedade da Baron Philippe de Rothschild, a maior marca de vinhos do mundo e a responsável por promover Bordeaux no universo dos vinhos.
Nenhuma outra região influenciou tanto a enologia quanto Bordeaux. Praticamente todo o distrito é voltado para viticultura e algumas das uvas mais importantes da atualidade saíram desta região. Localizada no coração de Bordeaux, a vinícola Mouton Cadet é dedicada a elaborar vinhos que representam bem o estilo de cada sub-região.
Neste mês, os vinhos selecionados foram um de Médoc e um de Graves, ambas nobres sub-regiões, de onde saem os mais famosos Premiers e Grand Crus da França. Os vinhos Mouton Cadet Réserve são elaborados com o know-how de quem, há mais de 200 anos, é especializado em vinhos de alta gama, num complexo vinícola que possui mais de 10 mil metros quadrados, onde a produção é totalmente automatizada.
Réserve Mouton Cadet Médoc 2009
O Réserve Médoc é um vinho elaborado a partir das uvas Cabernet Sauvignon (50%), Merlot (40%) e Cabernet Franc (10%), que estagia 12 meses em barricas de carvalho de 600 litros. A coloração é rubi escura, possui aroma de frutas negras de bosque, café e notas de caramelo. Em boca é encorpado, tem taninos presentes e maduros, com final de boca frutado com leve sabor de tosta de barrica.
Par perfeito: lombo de cordeiro em tempero de hortelã, bombom de alcatra com cogumelos, risoto de linguiça fresca assada, costela suína em molho rôti.
Réserve Mouton Cadet Graves 2010
O Mouton Cadet Réserve Graves é composto de Cabernet Sauvignon (45%), Merlot (40%) e Cabernet Franc (15%), e amadurece por 12 meses em barricas de carvalho de 600 litros. A coloração é rubi escura, o aroma é marcado pela fruta madura, pimenta seca e carvão vegetal (aroma mineral). Em boca é encorpado, sério, de taninos marcantes equilibrados por excelente acidez. O fim de boca tem notas de trufas e de tosta da barrica.
Par perfeito: picanha grelhada, carne com osso assada, lombo de cordeiro, massa em molho cremoso recheada de foie gras.
Por que ser membro do ClubeW?
Os membros do ClubeW recebem mensalmente, 2, 4 ou 6 garrafas – a quantidade é escolhida pelo próprio assinante – de rótulos selecionados pelo Sommelier Wine e ainda 15% de desconto e entrega gratuita em qualquer compra na Wine!
Categoria: ClubeW
12/12/2011 3:44 pm 0 comentários
Dicas para harmonizar vinho e comida
Sempre que vamos preparar um jantar de negócios ou para amigos, surge a famosa pergunta: qual vinho servir com essa comida? Vinho branco vai bem com peixe, e carne vermelha vai com vinho tinto? Nem tanto! É preciso fazer uma análise do prato e do vinho para buscar seus elementos principais.
Não há muito mistério na hora de harmonizar vinho e comida, mas pequenos cuidados devem ser adotados, como por exemplo, analisar o peso e a textura tanto do vinho a quanto da comida. A regra é simples: pratos leves devem acompanhar vinhos leves. Pratos ácidos devem acompanhar vinhos leves e bem frescos. Já os pratos gordurosos e untuosos precisam de vinhos com taninos mais potentes e acidez alta.
Para ajudá-lo a valorizar e servir o vinho com a comida adequada, separei alguns pratos e suas harmonizações:
Vinhos que harmonizam com Saladas
Se houver limão ou aceto balsâmico, melhor para os vinhos brancos bem frescos e acídulos, como Sauvignon da Nova Zelândia, Loire e Bordeaux. Espumantes bem jovens, frescos e leves podem surpreender.
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Para harmonizar vinhos e Frutas Frescas
A textura e o sabor doce e ácido das frutas frescas são perfeitas com Moscatel espumante ou Moscato d’Asti. Evite outros tipos de vinhos doces que possuam mais de 12 graus de álcool.
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Vinho para Espaguete à Carbonara
Prato potente, com ovos, embutidos e especiarias. Melhor com vinho de sabor médio, de taninos moderados e boa acidez, com estágio em madeira, como os italianos da Toscana ou os Côtes du Rhône.
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Harmonização de vinhos com Molho de Tomate
Geralmente ácido, reduzido, com notas vegetais de temperos e ervas frescas, os vinhos precisam ser igualmente ácidos, como o Chianti, Bardolino, Valpolicella, Rosso di Montalcino e Barbera.
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Vinhos ideais para Salmão, atum e peixes gordos de água doce
Peixe com alto teor de gordura boa e sabor marcante é ideal para tintos e brancos, desde que os tintos sejam leves e os brancos encorpados, como o Chardonnay, Pinot Noir, Valpolicella e o Beaujolais.
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Vinhos para harmonizar com Pizza
De queijo: boa com vinhos tintos leves e de médio corpo e brancos potentes. Portuguesa e de vegetais em geral: ideal com tintos leves ou brancos de médio corpo. Atum e de demais que levam peixes e frutos do mar: melhor o sabor que provém dos brancos leves e rosados. Calabresa e embutidos com requeijão: bons para os vinhos tintos.
Categoria: Harmonizações e Receitas Sem categoria
6/12/2011 2:11 pm 0 comentários
O vinho e seus componentes – parte 2
Há alguns dias publiquei a primeira parte deste post, que falava sobre o álcool e os taninos presentes nos vinhos. No artigo de hoje, vou esclarecer questões sobre a acidez, o açúcar e também sobre o corpo do vinho.
Acidez do vinho
Um dos elementos mais importantes do vinho é a acidez. Ela dá frescor, elegância e equilíbrio ao vinho e também é indispensável para acompanhar a comida. Todas as frutas têm ácidos e a mesma sensação de frescor que sentimos numa laranja é a que percebemos no vinho, principalmente nos brancos e rosados, mas também nos tintos. E nestes, a acidez faz parceria importante com os taninos.
Um vinho com acidez deficiente se torna enjoativo e sem personalidade. Por outro lado, se a acidez for alta, causa desconforto e irritação no palato. Regiões de clima ameno produzem vinhos de acidez mais viva, como a Nova Zelândia e Alsácia, na França. Os melhores vinhos brancos do mundo e os tintos mais elegantes são produzidos em regiões frescas, onde há maior expressão da acidez na fruta.
O açúcar do vinho
O grau de álcool de um vinho depende muito do volume de açúcar presente na uva, mas nem todo este açúcar se transforma em álcool. Para um vinho ser considerado seco, deve conter no máximo 5 gramas de açúcar residual por litro, ou seja, em regiões mais quentes, onde há maior concentração de açúcares na uva, o residual é maior que em regiões de clima mais ameno.
Os vinhos fortificados recebem adição de aguardente durante a fermentação, o que mata as leveduras, cessa a fermentação, aumenta o grau GL e mantém os açúcares que não fermentou – este é o caso do vinho do Porto. Outra forma de adquirir açúcar residual é por meio de uvas passas, como acontece nos vinhos de colheita tardia.
O açúcar é importante nos vinhos destinados à sobremesa, mas podem oferecer um delicioso contraste se servidos com queijos salgados e fortes.
O corpo do vinho
Um vinho pode ser leve, ter meio corpo ou ser encorpado, independente se branco ou tinto. Quanto mais tanino, álcool e acidez o vinho contiver, mais encorpado será e mais tempo precisará para ficar com o sabor ideal. Mas se ele tiver muito tanino e acidez baixa, será um vinho desequilibrado e não envelhecerá bem. Não determinamos o corpo do vinho apenas porque ele apresenta 14ºGL, tampouco pelo teor de taninos. Na verdade, deve haver equilíbrio entre os componentes.










